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Troca de experiências entre ator e público marca "Histórias que visitam"

Apresentação em residência em Laurentino. Fotos: Vladimir Fronza
Apresentação em residência em Laurentino. Fotos: Vladimir Fronza


O projeto Histórias que visitam - para jardins, varandas, janelas e quintais cria momentos de encontro em que público e ator contam as próprias vivências. Tem sido assim nas 28 apresentações da contação de história da Cobaia Cênica por sete cidades do Alto Vale. A circulação já chegou a cerca de 350 pessoas. São crianças, adolescentes, adultos, idosos e famílias atendidas pelos Centros de Referência de Assistência Social (CRAS) locais. E com esse trabalho, o ator Samuel Paes de Luna tem se apresentado tanto para grupos acolhidos nos CRAS, como em residências dos próprios moradores das cidades.


“Foram experiências das mais variadas, principalmente pela diversidade do público. Apresentamos para crianças em fase escolar, mas também visitamos residências com pessoas idosas, muitas delas vivendo sozinhas, em áreas rurais, por exemplo. E cada encontro desperta um universo de emoções, de trocas que mostram a potência desse projeto. Principalmente quando percebemos nas pessoas o quanto elas precisam dessa experiência com o teatro e a arte”, afirma Samuel.


A circulação segue até maio com quatro sessões em cada cidade do trecho teatral Meu sabiá. O texto é uma adaptação de parte do espetáculo O que só passarinho entende, também da Cobaia Cênica. As próximas apresentações serão em Trombudo Central (07/04), Aurora (08/04) e Vitor Meireles (09/04). Ao final do projeto, serão 21 municípios contemplados.


Com um formato dinâmico, intimista e poético, a contação se adapta a casas e a espaços que não tem uma estrutura específica para apresentações cênicas. Isso alinha-se às propostas de inclusão cultural e de descentralização artística do projeto.


O momento da apresentação visa contar e também ouvir as histórias das pessoas, como explica Samuel. “Afinal, é uma visita e as pessoas querem muito falar. E isso abre as portas da memória e elas acabam descobrindo o quanto ainda estão vivas. Muitas vezes, são pessoas em situações de vulnerabilidade, mas a presença e a participação ali mostram o quanto elas são ricas em histórias e experiências”, destaca o ator. O próprio enredo de Meu sabiá elabora uma história vivida por Samuel na infância - uma experiência pessoal de perda, mas também de amor, amizade e que na contação fala de esperança e reencontros. 


Histórias que visitam é um projeto cultural realizado por Samuel Paes de Luna, por meio do Programa de Incentivo à Cultura, o PIC, do Governo do Estado de Santa Catarina, aprovado pela Fundação Catarinense de Cultura, e conta com o incentivo de Frahm e Grupo Rohden.


Para acompanhar o projeto, é só seguir a Cobaia pelas redes sociais no @cobaiacenica Programação do Histórias que visitam - para jardins, varandas, janelas e quintais Trombudo Central (07/04)

Aurora (08/04)

Vitor Meireles (09/04)

Fotos: Vladimir Fronza

Texto e assessoria de imprensa:  Tiago Amado Jornalista (SC 0003179 JP

 
 
 

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